CURSO DE CINEMATOGRAFIA ELETRÔNICA DIGITAL - JOÃO PESSOA
Realização Centro do Audiovisual do Norte e Nordeste - CANNE
Parceiros Locais NPD-PB, ABD-PB, FUNJOPE, TVUFPB
Local de realização do curso Departamento de Comunicação da UFPB - Estúdio
Ministrante Carlos Ebert – Diretor de Fotografia ABC/SP
Período 07 a 11 de Outubro de 2008
Carga Horária 40 horas/aulas – 08h30 a 12h30 e 14h30 às 18h30
Objetivo do curso Apresentar, ampliar e aprofundar conhecimentos técnicos e artísticos relacionados à captação de imagens em movimento em suporte eletrônico digital. Embora seu conteúdo cubra todos os campos relacionados à matéria, com explicações que partem de conhecimentos de nível elementar, não se trata de um curso para totalmente leigos ou amadores ocasionais.
Inscrição Gratuita. Deve preencher a ficha de inscrição e anexar currículo, enviando para o e-mail oficinasnpdpb@gmail.com ou entregando pessoalmente na secretaria do Pólo Multimídia/UFPB, de segunda a sexta, das 9h às 17h.
Período de Inscrição até dia 03 de outubro
Seleção A seleção final será feita pelo ministrante, a partir de análise de Currículo resumido e carta de intenções.
A quem se destina o curso Estudantes e professores de comunicação, rádio-tv e cinema, profissionais da área de tv, vídeo e cinema, realizadores independentes e amadores avançados. É requerido conhecimento prévio de alguns procedimentos e técnicas básicas, bem como noções elementares de fotografia, cinematografia, estética e história das artes visuais.
Divulgação do resultado 06 de outubro
Número de Participantes 25
Currículo Resumido do ministrante Carlos Ebert
Diretor e fotógrafo de cinema, televisão e publicidade, carioca de 1946, estudou arquitetura na Universidade Federal do Rio de Janeiro e cinema na Escola Superior de Cinema São Luiz, em São Paulo. Começou em 1966 como repórter fotográfico, tornou-se operador de câmera e diretor de fotografia em 1968 e diretor em 1970. No final dos anos 60, participou do cinema marginal e foi câmera e diretor de fotografia de um dos filmes mais significativos do movimento, O bandido da luz vermelha (1968), de Rogério Sganzerla, e em 1970, dirigiu República da traição. Fez a fotografia tanto de longas como de curtas-metragens, entre eles O rei da vela (1983), de José Celso Martinez Corrêa e Noilton Nunes, e Fé (1998), de Ricardo Dias. Fez também fotografias para televisão, como a de O povo brasileiro (2000), ganhador do Grande Prêmio Cinema Brasil de TV em 2001. Desde 1970 dedica-se também ao ensino da fotografia para cinema. É o vice-presidente da Associação Brasileira de Cinematografia para o período de 2002 a 2004. Em 2002 fez a fotografia dos longas-metragens Rua seis, sem número, de João Batista de Andrade, e À margem da imagem, de Evaldo Mocarzel. Em 2003 recebeu o prêmio de melhor fotografia no Festival de Gramado pelo seu trabalho curta-metragem Carolina, de Jeferson De. Trabalhou nos documentários Dia da graça (2003), de Thiago Mendonça e Maira Buller, Do luto à luta (2005), de Evaldo Mocarzel, e Vlado – 30 anos depois (2005), de João Batista de Andrade. Em 2007, fez a direção de fotografia do filme A Ilha do Terrível Rapaterra , de Ariane Porto.
Terça-feira, Setembro 30, 2008
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